terça-feira, 23 de setembro de 2014

JORNADA DE ESTUDOS SAUSSURIANOS!

        Olá, pessoal!
        Aconteceu semana passada (18/09), a II Jornada de Estudos Saussurianos na universidade em que estudo, UFSCar. Como já apresentei Saussure pra vocês, de uma maneira bem breve diga-se se passagem, achei interessante publicar um breve relatório sobre o que aconteceu na jornada. Caso prefiram, leiam depois que eu postar mais coisas sobre o Estruturalismo (estou preparando).
        Um beijão, e aqui vai, espero que gostem e entendam!


        A jornada sobre estudos Saussurianos que ocorreu no dia 18 de Setembro na Universidade Federal de São Carlos, foi ministrada por três palestrantes, a prof.ª Dr.ª Eliane Mara Silveira, a prof.º Dr.º Mônica Baltazar e o aluno Samuel Ponsoni, respectivamente.         A prof.º Dr.ª Eliane M. Silveira, iniciou sua fala contanto sua experiência de ir até a biblioteca de Genebra no ano de 1.999, para ter contato com os manuscritos se F. de Saussure aonde haviam cerca de trinta mil deles. Após a morte deste filósofo, considerado o pai da linguística, sua esposa selecionou manuscritos que seriam doados para a biblioteca, pois alguns deles continham s anotações sobre a vida particular matrimonial que ela não gostaria que fosse exposta. Juntamente com estes, foram enviados cadernos de alunos contento anotações sobre aulas que Saussure ministrou. Porém, muitos desses manuscritos, tanto dos alunos quanto do próprio filósofo, foram simplesmente descartados por bibliotecários que os julgaram velhos ou mal conservados. Naquela época, não se tinha muita noção da importância destes materiais para a história, sobretudo da linguística.
        Além das ideias e teorias de Saussure, através destas anotações, pode-se descobrir fatos muito interessantes sobre ele. Um deles – e muito interessante, já que contradiz um pouco a sua teoria- é que ele fez uma viajem para Lituânia e fez anotações sobre a língua deste local. Isso levantou questionamentos sobre se de fato ele excluía a fala de todas as suas análises, já que o fato de se preocupar em fazer esta descrição, provava o contrário. O fato de seu passaporte estar incluído nos materiais doados à biblioteca, pode-se analisar a data de sua viagem para comparar com a data aproximada da invenção de sua teórica mais conhecida e assim, analisar se eram datas se esta descrição pode ter influenciado ou não.
        A natureza desses papéis não era comum. Alguns eram escritos com pedaços de papéis, outros em convites de casamento. Saussure só se preocupava com a estética se tratando de cartas, fato que era muito notável.
        Através do contato com tais manuscritos, a pesquisadora os organizou em sete categorias:
- ANAGRAMAS: Anotações sobre poesia grega e latina. As rasuras que continham neste tipo de anotações, raramente era por algum erro, mas sim, por reorganização. Saussure riscava de algum lugar do papel para reescrever em outra parte de modo que ficasse mais organizado. Estavam contidos também em pequenos cadernos, por tanto, eram os mais fáceis de serem catalogados.
- LENDAS GERMÂNICAS: Na época em que estudou lendas germânicas, era algo muito comum. Com elas, Saussure estudou o funcionamento dos nomes próprios o que o fez pensar e construir uma arbitrariedade de signos. Neste tipo de anotação, notava-se poucas rasuras também.
- CARTAS: Havia uma enorme quantidade de cartas em comparação aos outros tipos de materiais. Como já mencionado, Saussure se preocupava com a estética da carta, portanto, não haviam nenhuma rasura nelas. Em seu conteúdo, muitas delas registravam teorias ou troca delas e estavam registradas em várias línguas: latim, alemão, francês; Algumas delas possuíam também conteúdos pessoais, como por exemplo, uma confissão do filósofo dizendo que odiava a cidade na qual residia na época e que só decidiu se mudar por causa de seus amigos.
- RASCUNHO DE ARTIGOS: Eram um dos mais rasurados. Continham anotações que posteriormente, seriam transformados em artigos. Alguns artigos não foram publicado à pedido do próprio Saussure que, por ser uma pessoa muito sistemática e perfeccionista, não acreditava estar bom o bastante para ser publicado.
- TESTEMUNHO PESSOAL: Continha anotações pessoais e o início de algumas teorias.
- ANÁLISE LINGUÍSTICA: Continha análises de línguas particulares (como o francês e o alemão) e formulou-se com a mesma sistematização que fez na Lituânia, quebrando mais uma vez com o estereótipo de que Saussure excluiu a fala. Iniciou-se aí os estudos da teoria do valor.
- LINGUÍSTICA GERAL: Através das análises linguísticas, houve a possibilidade de formular uma teoria geral, a linguística.
        Após a exposição dos estudos da prof.ª Dr.ª Eliane, passou-se a palavra para a prof.ª Dr.ª Mônica, que em síntese, disse sobre a criação e publicação do livro: “Curso de Linguística Geral”.
        Apesar de ser assinado como autoria de Saussure, o livro foi escrito por alguns de seus discípulos que a partir de anotações próprias e do contato com manuscritos de Saussure, criaram este livro. Saussure não conseguiu publicar o livro antes de seu falecimento, como já dito, por ser perfeccionista ou não acreditar estar com sua teoria desenvolvida para publicá-la. Mais importante do se ater com a verdadeira autoria do “Curso de Linguística Geral”, é pensar na sua importância para a linguística. Além de fundar esta ciência, o livro permitiu apresentar e denominar um objeto para esta nova ciência. As considerações e as importâncias dadas a esse livro foram tantas que até parecia que o Estruturalismo, corrente filosófica do qual Saussure foi um dos precursores, compunha a linguística de maneira singular (o que de fato, aconteceu no início, já que tal filósofo a fundou).
        O Estruturalismo proposto por Saussure, parte da ideia de interdependência da língua. Os elementos que a compõe só podem ser propriamente caracterizados a partir da organização global a qual se integram (princípio da estrutura). Já a organização interna de uma determinada língua, é um dado original e não pode ser obtida a partir de outra ordem de fatos externos, que lhe são estranhos. A língua como sistema de signos é que se define exclusivamente por suas relações internas (princípio da autonomia). Esses são os dois princípios que sustem o Estruturalismo saussuriano.
        Todos estes conhecimentos teóricos só foram alcançados com a publicação do CLG (“Curso de Linguística Geral”) que faz referência à Saussure. Seus alunos o escreveram buscando obter um corpo teórico que reconhecia essa ciência, a linguística.
        Após esta exposição, o aluno Samuel Ponsoni começou a expor ao público suas análises, que na verdade, eram reflexões do seguinte questionamento, sobre a perspectiva de Bouquete: “Princípios de uma linguística da Interpretação seria o caso de uma epistemologia neossaussuriana?”
        Para se pensar sobre este questionamento, o aluno expôs antes de tudo, suas pesquisas. Deste moto, disse sobre um segundo campo de reflexão (analítico-filosófico), no que concerne aos entendimentos sobre a linguagem. O terceiro campo é a prospectiva sobre uma epistemologia que à medida que não se trata de uma avaliação das possibilidades de uma ciência existente, no caso, a linguística de antigamente, mas a visão de ciência vindoura.
        Se tratando da legitimidade da Linguística, para comprovar que se trata de uma ciência, precisa-se satisfazer três leis gerais da cientificidade: a literalização de seu objeto, a formalização e a refutabilidade – o que se encontra na teoria saussuriana.
        Sobre a empiricidade, em qualquer ciência, como quer Saussure, aplica-se necessariamente um objeto empírico que coordenará espaço-temporais específicos.
        Em linguística, de acordo com a releitura de Bouquet, este item, a empiricidade, remete à interpretação e as coordenadas serão os acontecimentos de interpretação. Sobre seus princípios metodológicos, a interpretação de sequência da linguagem é qualquer descrita pelo conjunto de leis que estão correlacionadas com o signo global enquanto o nível semiótico, do signo local, o que certamente, pode resultar em uma sequência algébrica: a literalização e formalização.
        Analisando também sobre o princípio de hermenêutica, foi dito pelo aluno que uma sequência de linguagem pode ser analisada em termos de seu significado, advinda de um produto da composição de seus signos. Além disso, a interpretação pode ser obtida de um signo global (ou geral), isto é, não composicional, respondendo a necessidade de uma sequência de análise.
        Sobre o princípio da semiose, pode-se assumir a fórmula: “ A linguagem (o uso da língua na fala), é uma faculdade semiótica”. O objeto transversal da linguística é o signo. Ele, por seu turno, baseia-se em três propriedades comuns a todos os tipos de signos linguísticos e em todas os níveis de análise: bifacialitê, sincronicidade e diferencionalidade.
        Ainda sobre a linha de pensamento de Bouqet, depois de um século de estudos das teorias de Saussure, pode-se dizer que a sua reflexão teórica e metodológica se baseia sobretudo em três campos. O primeiro é o epistemológico, no sentido de crítica de uma ciência diante de fatos históricos observados.
        Se atendo neste, Saussure tenta explorar questões epistemológicas dominantes na sua época, a gramática comparada, para poder criar uma epistemologia geral e pragmática de uma ciência tal como criou. No entanto, este filósofo reconhece de fato a gramática comparada, tanto que satisfaz os três critérios de legitimidade científica, como foi já foi relatado.
        Porém, para explorar o que se tem à época, precisa-se ir além, com estudos ainda mais complexos.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A Origem da Linguística e Uma Visão Geral de Suas Correntes Filosóficas.

        Olá, pessoal! Nesta nova publicação, gostaria de falar sobre a origem da linguagem dada como ciência (Linguística) além de uma breve explicação sobre cada corrente filosófica. Pretendo criar mais publicações me aprofundando em cada uma delas isoladamente, espero ter competência para isso. Enfim, vamos ao que nos interessa, Rs.
        Em meados do século XVII houve um interesse em observar e procurar o que as línguas tinham em comum (com a gramatização). Analisava-se as estruturas internas (como por exemplo, verbo, predicado) e como se davam suas funções nessas diferentes línguas. Era essa o objetivo dos gramáticos gerais, observar o que as línguas possuíam em comum através de análises gramaticais.
        Já os comparatistas, tempos depois, acreditam que as todas as línguas vieram de uma língua mãe, o latim. Acreditavam nisso porque percebiam semelhanças em línguas, como por exemplo, nas seguintes palavras:

Nuit (Latim)
Noche (Espanhol)
Night (Inglês)
Noite (Português)

        No final do século XIX, surgiu o movimento historicista que defendia que a língua passa por transformações. Os historicistas, portanto, estudavam essas transformações e o porque delas, ou seja, o motivo pelo qual algumas palavras se modificam, como por exemplo:

Vejam a modificação desse termo ao longo do tempo: "Vossa merecendência" > "Vossa mercê" > "Vossemecê" > "Vosmecê" > "Vancê" > "Você" > "Cê".
. O que antigamente era usado como pronome de tratamento para a corte (Vossa merecendência), transformou-se, hoje, em um tratamento familiar e totalmente reduzido em "cê".

        Observa-se portanto, estudos sobre línguas, mas não como uma ciência. A linguística surgiu com Ferdinand de Saussure, considerado por muitos o pai desta ciência, com a publicação do livro: "Curso de Linguística Geral", que apesar de estar assinado com seu nome, não foi ele de fato quem escreveu (mas isso é assunto pra outra postagem, rs). O ESTRUTURALISMO é, portanto, a primeira corrente filosófica da Linguística. Ela parte da ideia de relação de interdependência (os fones, os léxicos, são estruturas que se interligam, são dependentes, por exemplo). Há também uma determinância da língua, exemplo:

No português, é sempre: " O cachorro" , "O gato" (Há sempre o artigo antes do verbo) e NÃO "Cachorro o", "Gato o";
No inglês, não há marcação de gênero, é sempre "The" tanto para feminino quanto para masculino. Isso não ocorre com o português, usa-se "o" ou "a" de acordo com o gênero.

        O estruturalista preocupa-se com a descrição da língua em vários níveis (fonético/fonológico, morfológico, sintático...)
        A segunda corrente, o GERATIVISMO (N. Chomsky), defende a ideia de que a língua é inata, isto é, já se nasce com ela. É a única corrente que é considerada biológica, não das ciências humanas como as outras. Um dos argumentos usados para defender esta corrente, é que os bebês, por exemplo, aprendem a língua com poucos recursos, pois não as mostram uma diversidade de palavras, fala-se pouco com elas ("quer mamar, bebê?" , "quer papar?!" - coisas do tipo, Rs), e mesmo assim elas ainda conseguem falar além disso. Para Chomsky, isso é possível porque elas produzem dados que não foram ouvidos antes, pois a língua é inata e vai se desenvolvendo ao longo do tempo. Para os gerativistas, a língua é passiva de explicação e não de descrição (que é defendido por estruturalistas), exemplo:

Com base na seguinte expressão: "O onça"
O estruturalista diria que nessa língua não se faz marcação de gênero.
O gerativista iria pesquisar os motivos por se falar assim (as questões históricas, sociológicas e etc).


        Enquanto os estruturalistas trabalham com o corpus (léxico), os gerativistas não, pois defendem que pelas próprias produções eles buscam explicações. Ele não vai até um determinado local geográfico para colher dados e construir corpus. Por falta dessa falta de corpus ele forma HIPÓTESES e tenta verificar se essas hipóteses se confirmam. Já um estruturalista, como já dito, teria um corpus. Com ele, descreveria a língua e chegaria em uma conclusão (exemplo: essa língua não usa concordância nominal). Os gerativistas defendem também a universalização da língua (gramática).
        A terceira corrente, o FUNCIONALISMO, em oposição ao estruturalismo e gerativismo, se preocupa em estudar a relação entre a estrutura gramatical das línguas e os diferentes contextos comunicativos em que elas são usadas. Não se trata de uma abordagem monolítica; ao contrário, ele reúne um conjunto de subteorias que coincidem na postulação de que a língua tem funções cognitivas e sociais que desempenham um papel central na determinação das estruturas e dos sistemas que organizam a gramática de uma língua. O funcionalismo se caracteriza pelo objetivo de investigar a relação entre forma e função no uso da língua; estuda as capacidades linguísticas e comunicativas (competência de adequar a língua – formulação de textos) aos contextos de produção.
        Uma análise funcional da língua entende que cada escolha do usuário estabelece uma função para a constituição textual. Essa é uma das diferenças entre o Funcionalismo e o Estruturalismo: para este, a noção de função linguística surge pela oposição de elementos linguísticos, para aquele, surge da articulação.
        Já a quarta corrente, o MATERIALISMO, foge um pouco desse âmbito estritamente linguístico, pois os materialistas vão pensar na linguagem não apenas no aspecto linguístico, mas também e principalmente no aspecto social e histórico.
Defendem a ideia de que no nível do sentido existe uma ordem do enunciável, atingindo tanto o objeto como o sujeito da enunciação. Acreditam que existe uma espécie de filtros linguísticos que determinam o que deve ser dito ou não numa enunciação; os materialistas focam seu trabalho na área de pensar nas condições e possibilidades do discurso. Ao contrário do Estruturalismo, para Bakhtin, é incorreto pensar na linguagem como um sistema pois não seria possível pensar em todos os fenômenos da linguagem se não levassem em consideração os sujeitos, pois segundo esta corrente, a "minha" fala depende da fala de outra pessoa. Em síntese, para Bakhtin "é tudo social" e as questão linguísticas devem ser pensadas olhando diretamente para a sociedade, o sujeito enquanto falante.

        Pessoal por hoje é isso. Como eu já mencionei, meu objetivo era passar uma visão geral de cada corrente para posteriormente, explorá-las.
Até mais,
Abraços :)

domingo, 14 de setembro de 2014

Linguística? Epistemologia da Linguística?

        Olá, pessoal. E aí, vamos finalmente falar de Linguística?! Rs.

        Grosso modo (beeeeem grosso modo), Linguística é a ciência da linguagem (no geral). Essa ciência se preocupa principalmente em investigar quais são os desdobramentos e nuances envolvidos na linguagem humana, que são muitas. Por exemplo, o caso da gramática normativa. É evidente que ela não descreve a língua como ela realmente é, mas sim, como deve ser materializada pelos falantes, constituída por via de regras. É notável no Brasil, por exemplo, a diferença da língua fluída (aquela que realmente falamos), e dessa língua segunda a gramática normativa (língua imaginária). O assunto é tão complexo que há várias teorias filosóficas que se preocupam com isso. E falando em teorias linguísticas, chegamos até a Epistemologia da Linguística... Afinal, o que é isso??
        Epistemologia é um ramo da filosofia que se preocupa em entender o que faz de uma ciência ser denominada como tal, ou seja, as razões para se afirmar que um discurso é uma ciência. No caso da Linguística, a epistemologia da Linguística busca compreender o que torna uma ciência linguística desde antigamente até nos dias atuais.
Há quatro correntes que sustentam essa ciência desde o início do século XX:

- ESTRUTURALISMO (1916) - Ferdinand de Saussure (considerado o pai da Linguística)
- GERATIVISMO (1953) - Noam Chomsky
- FUNCIONALISMO (1950) - André Martinet; Roman Jakobson
- MATERIALISMO (1920) - Mikhail Bakhtin; Michel Pêcheux; Michel Foucault


        Todas essas correntes possuem em comum o mesmo objeto observacional: A linguagem. Porém, as observam de modo peculiar o que resulta em objetos teóricos distintos. A linguística enquanto ciência é uma tentativa de uma representação de uma realidade, no caso, a língua. (Toda ciência é uma tentativa de criar um modelo que tenta representar uma certa realidade, não reproduzir).

        Por hoje é só. Na próxima postagem irei falar sobre o início dos estudos linguísticos e das correntes filosóficas citadas acima.
        Até mais!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Apresentação

        Olá, meu nome é Camila, tenho 18 anos e sou estudante de Linguística na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É bem comum as pessoas me perguntarem o que seria essa tal Linguística. Não irei responder de imediato, mas espero que ao longo das postagens, eu possa ajudar quem ainda não compreende ou não conhece esta ciência da linguagem (Já dei uma dica, rs). Já adianto que não, não estudo idiomas e não é "tipo Letras". Geralmente é essa ideia que as pessoas tem. Mas é muito mais complexo que isso. Tão complexo que há várias vertentes filosóficas que se questionam sobre.
        Falando em filosofia, deixe-me explicar. Criei este blog a pedido de um professor (Roberto Baronas), que leciona a matéria denominada "Epistemologia da Linguística". Não se assustem com o nome, também irei explicar o que isso significa. Esse professor usará o blog como um instrumento de avaliação. Portanto, os assuntos que serão aqui abordados fazem referência não só a assuntos pertinentes à essa matéria como da Linguística em geral.
        Bom, pessoal, é isso. Meu objetivo desta primeira publicação era fornecer uma breve explicação deste blog! E então... Vamos falar de Linguística?! Rs.